Governo Federal cria Política Nacional para fortalecer culturas tradicionais e populares no Brasil

O Governo Federal oficializou a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, iniciativa que busca ampliar ações de reconhecimento, preservação, valorização e fortalecimento das manifestações culturais tradicionais em todo o país.

A medida foi instituída por decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União e estabelece diretrizes para promover proteção cultural, incentivo à participação social e ampliação do acesso de grupos tradicionais às políticas públicas voltadas ao setor.

A nova política contempla mestres e mestras da cultura popular, além de grupos, coletivos, comunidades e povos que mantêm tradições culturais transmitidas entre gerações, muitas delas preservadas por meio da oralidade, costumes, conhecimentos e práticas culturais.

Valorização da diversidade cultural

Entre os princípios definidos pelo decreto estão o reconhecimento da importância das culturas tradicionais para a identidade nacional, a preservação do patrimônio cultural e o fortalecimento dos direitos culturais.

O texto também prevê incentivo à diversidade cultural, valorização dos conhecimentos tradicionais, combate a práticas de discriminação e estímulo à participação popular na construção das políticas públicas voltadas ao setor.

Apoio à economia criativa e incentivo cultural

Outro eixo da política nacional busca ampliar oportunidades de financiamento e incentivo às atividades culturais tradicionais.

A proposta prevê mecanismos para facilitar o acesso de comunidades culturais aos instrumentos de fomento, além de fortalecer iniciativas ligadas à economia criativa e geração de renda.

Também estão previstas ações de formação, intercâmbio de conhecimentos, incentivo à pesquisa e integração entre instituições de ensino e comunidades culturais.

Estados e municípios poderão aderir

A coordenação da política ficará sob responsabilidade do Ministério da Cultura. Estados, municípios e Distrito Federal poderão aderir ao programa e participar das ações de implementação.

A medida estabelece ainda mecanismos de governança compartilhada entre poder público e sociedade civil para acompanhar a execução das ações.

O decreto entrou em vigor na data da publicação oficial.

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